— NOTA
Será que estamos a renunciar à uma parte da nossa privacidade individual em troca de mais eficiência e bem-estar? Até que ponto mecanismos subtraídos a qualquer tipo de avaliação pública estão a participar na organização da nossa vida em colectividade? Quadros legais e normas de condutas que tutelem a privacidade são importantes, mas serão suficientes? Haverá algoritmos para fomentar a autonomia, a liberdade, a emancipação?
25 outubro 2018