— NOTA
Big Data e Saúde: Indicações e Efeitos Secundários
Um bom smartwatch pode detectar antecipadamente anomalias no ritmo cardíaco, por exemplo, e muito em breve poderemos (ou alguns poderão) adquirir um scanner de ultra-sons portátil que, ligado ao nosso smartphone, nos permitirá de fazer ecografias com a mesma facilidade com que medimos a temperatura. As grandes plataformas globais, como Amazon e Google, começam a oferecer “produtos médicos” aos seus utilizadores, também através de acordos com serviços nacionais de saúde (como aconteceu, por exemplo, no Reino Unido). O uso cada vez mais intenso e sofisticado dos dados está a mudar os cuidados médicos, com alertas em tempo real, diagnósticos mais rápidos e terapias mais personalizadas. Mas para quem e em troca do que?
Sábado, 6 de Abril
Culturgest, Sala 2 – 15h30 – 17h30
- Acesso Livre -
Participam:
Elsa Cardoso (ISCTE)
Joana Gonçalves de Sá (NovaSBE)
José Pereira Leal (
Biodata.pt
, Ophiomics)
Com a moderação de: Hugo Almeida (CIUHCT)
Organização: Davide Scarso (CIUHCT)
25 março 2019